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Maurícias, é um prazer!

por Os bloggers, em 09.11.17

No último post apresentámos as Maurícias, hoje vamos relatar as nossas férias nesta bonita ilha.

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Porquê as Maurícias? Foi o local que escolhemos para a nossa lua-de-mel… Queríamos ir para um sítio paradisíaco, mas que nos permitisse fazer outras actividades para além de praia. As Maurícias conseguem reunir na perfeição os dois mundos. E lá fomos nós!

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Partimos de Lisboa na Turkish e depois de 14 horas no ar, com uma escala em Istambul pelo meio, chegámos às Maurícias. Há também a possibilidade de viajar pela Emirates (escala no Dubai), na Air France (escala em Paris) ou através de voos charters a partir de Madrid. Portanto, podem escolher o que mais vos agradar; nós optámos por escolher a viagem com escalas mais curtas.

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O aeroporto, a Este da Ilha, fica a cerca de 1 hora de carro de Flic-en-Flac (a zona que escolhemos para a estadia). Pelo caminho, no transfer, fomos apreciando o verde da ilha e os vastos campos de canas-de-açúcar. As estradas são razoáveis e da influência Inglesa ficou a condução à esquerda.

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Chegámos ao início da tarde ao Sugar Beach, em Flic-en-Flac. Fomos recebidos com simpatia e desde logo nos cativou o ambiente do Resort, virado para o mar, apresentando dois edifícios de maiores dimensões e duas zonas com casinhas mais pequenas, para onde fomos levados. O Sugar Beach apresenta 2 piscinas, 3 restaurantes, um spa, um ginásio, sala de conferências e está literalmente em cima da praia. Sendo a Oeste da ilha, é possível apreciar quase diariamente um maravilhoso pôr-do-sol sobre o mar. Um mar paradisíaco, de água transparente e quente, rodeado por uma barreira de corais. IMPERDÍVEL!

O Sugar Beach situa-se na costa Oeste e sensivelmente a meio da ilha, o que permite uma deslocação relativamente fácil para qualquer ponto. Dedicaremos brevemente um post em exclusivo ao hotel.

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Durante a nossa estadia fizemos 2 visitas pela ilha – fomos ao Casela Park e fizemos uma excursão pelo Sul das Maurcícias, onde se encontram a maioria das atracções.

O Casela Park – World of Adventures é um parque natural (muito perto de Flic-en-Flac), onde se podem desenvolver várias actividades, nomeadamente contactar com animais selvagens e fazer um safari. Gostámos muito! Em breve contaremos tudo sobre este bonito e agradável local.

 

Na nossa tour pelo Sul da ilha, que comprámos através do operador de viagens, visitámos:

- Cascata de Chamarel: cascata com cerca de 100 metros (maior do que a Estátua da Liberdade), relacionada com a origem vulcânica da ilha e rodeada por uma luxuriosa vegetação, produzindo um cenário muito bonito.

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- Terra das 7 Cores: é um local único onde a natureza conferiu 7 cores à terra ondulada do local, produzindo uma paleta de cores invulgar e de rara beleza. Aqui é também possível conhecer algumas gigantes e centenárias tartarugas.

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- Rhumerie de Chamarel: neste local produz-se rum de forma artesanal; aqui visitámos a fábrica de rum, ficámos a conhecer a história e características desta bebida e fizemos uma degustação de vários tipos de rum (díficil!). Foi também neste local que almoçámos. O almoço foi de comida tradicional, que tem sem dúvida uma forte influência indiana.

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- Grand Bassin: trata-se de um lago considerado sagrado pelos Hindus e em que em seu redor se ergueu um Templo Hindu, onde se presta homenagem a Lord Shiva. É aqui que anualmente acontece o maior festival Hindu fora do território indiano. À entrada no local somos recebidos por uma enorme estátua de Shiva e de Parvati – mulher de Shiva e Deusa da Fertilidade (a estátua de Parvati foi concluída no dia anterior à nossa visita!). Neste local, para além de apreciarmos o lago, o Templo e os seus Deuses, pudemos também contactar com macacos selvagens que por ali andavam.

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- Trou aux Cerfs: cratera do vulcão que deu origem à ilha. É um local bonito, geologicamente importante, mas nada de transcendente, comparando com a beleza de outros locais da ilha.

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Para além destes locais passámos noutros pontos estratégicos, como Le Morne, com bonitos miradouros sobre o mar ou para o interior da ilha.

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A ilha não tem só belas paisagens, as Maurícias têm também uma cultura própria. Num dos espectáculos produzidos no Sugar Beach pudemos contactar com os ritmos do Séga. O Séga é uma dança tradicional na ilha, originalmente interpretada por escravos, mas dotada de alegria, que chegou aos dias de hoje como um dos símbolos culturais das Maurícias. Para a produção da música são utilizados instrumentos tradicionais, que soferam adaptações ao longo dos tempos; as vestes são também típicas e coloridas.

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Nos próximos post's iremos mostrar mais algumas paisagens e contar mais algumas experiências que tivemos na ilha, fiquem atentos!

Bons passeios!

 

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Maurícias, um paraíso no Índico

por Os bloggers, em 08.11.17

Maurícias, Maurícia, Maurício ou República Maurícia… é um país insular no Oceano Índico, no hemisfério Sul, perto de Madagáscar e das Seicheles, sem se afastar muito do continente Africano (ao qual pertence).

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Descoberta por Portuguesas em 1505 (no glorioso tempo das caravelas), a ilha foi colonizada no final do século XVI por holandeses, numa altura em que os únicos habitantes da ilha eram os Dodos (hoje símbolo da ilha, apesar de extintos). Depois de vários anos sobre domínio Francês e posteriormente Inglês, é um país independente desde 1968. A língua oficial é o Inglês, embora na realidade a população fale essencialmente Francês e o Crioulo que é muito parecido com o Francês.

O clima é tropical e a temperatura pouco oscila com as mudanças de estação; genericamente o Inverno é mais seco e o Verão mais chuvoso (embora ligeiramente mais quente). O primeiro trimestre de cada ano é o período mais chuvoso, apesar de ser Verão.

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Esta jóia do Índico é verdejante e conserva a sua essência e genuinidade. A origem vulcânica e as praias paradisíacas (protegidas por uma quase intacta barreira de corais) marcam a paisagem. Pelas estradas vêem-se vastos campos de cana-de-açúcar – um dos principais meios de sustentação da ilha, a par do turismo cada vez mais crescente. As tartarugas, os macacos selvagens e os gigantes morcegos da fruta fazem as delícias dos turistas; bem como a flora muito característica e alguns parques naturais.

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O povo é simpático e transmite felicidade. Segundo apurámos, o ensino (até ao secundário) e a saúde são gratuitos, o que permite que a população se instrua e viva com condições razoáveis. As universidades são todas privadas, por isso muitos terminam os seus estudos a nível do secundário. Apesar do ordenado mínimo ser baixo, não há praticamente desemprego e as famílias vivem em comunidade – avós, pais, filhos, netos… pertencem ao mesmo agregado familiar gerindo recursos em conjunto. As casas são baixas e muitas com aspecto inacabado… o tempo sempre ameno não obriga a grande protecção do frio e do calor extremos (que não existem). Contudo nas cidades também é possível encontrar prédios com influência Europeia.

O país é ligeiramente mais pequeno do que o Luxemburgo e tem cerca de 1,2 milhão de habitantes; a capital é Port Louis, a Norte da ilha.

Há imensas religiões na ilha; a religião maioritária é a Hindu, seguida pela Católica. A influência Hindu está bem patente nalguns belos templos existentes nas Maurícias.

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A moeda utilizada é a Rúpia das Maurícias, mas nalguns sítios poderão ser aceites euros.

Foi em Setembro deste ano que fomos conhecer a República Maurícia. Após uma pesquisa pela Web concluímos que por ser Inverno o local mais recomendado para as férias seria o Oeste da ilha, mais quente e seco, e foi assim que seleccionámos a zona de Flic-en-Flac e o Resort Sugar Beach para as nossas férias.

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A ilha está apresentada, não percam os próximos capítulos, onde vamos relatar a nossa experiência!

Bons passeios!

 

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Escapadinha pelo Porto - Parte 3

por Os bloggers, em 18.10.17

Como não há duas sem três (em bom Português), aqui fica a terceira e última parte da nossa escapadinha pelo Porto.

Depois de desvendarmos as nossas descobertas pela Baixa do Porto e na Ribeira (Parte 1 e Parte 2), aqui fica o restante roteiro que fizemos, desta vez fora do coração da cidade.

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- Parque de Serralves: como referido no próprio site de Serralves "O Parque de Serralves tem 18 hectares e é composto por uma grande diversidade de magníficos espaços harmoniosamente interligados: jardins formais, matas e uma quinta tradicional. Projetado pelo arquiteto Jacques Gréber nos anos 30 do século XX, é uma referência singular no património da paisagem em Portugal." Estamos inteiramente de acordo! O nosso passeio pelo Jardim de Serralves durou cerca de 2 horas e foi muito agradável e relaxante. O valor da entrada no Parque é de 5 euros.

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- Jardins do Palácio de Cristal: localizam-se no centro do Porto e foram projectados por Emil David no século XIX, no âmbito da construção do próprio edifício do Palácio de Cristal, em estilo romântico e com umas vistas fantásticas sobre o próprio Porto, o Douro e Gaia. Do projecto original conservam-se ainda hoje o Jardim Emil David na entrada, as Avenidas das Tílias e dos Plátanos, o bosque e as varandas sobre o Douro. Estes jardins são uma verdadeiro pulmão de ar fresco na cidade. A entrada nos Jardins é gratuita. 

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- Foz do Porto: é na Foz do Porto que se localizam as praias e elegantes moradias. A vista é desafogada e os passeios à beira-mar relaxantes. Vale a pena fazer a Marginal Oceânica da Foz do Porto até ao Terminal de Cruzeiros de Leixões, além de uma vista soberba existem alguns Fortes para visitar.

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Soube bem a escapadinha pelo Porto. Passámos a conhecer melhor a segunda maior cidade de Portugal, onde até agora só tínhamos ido de fugida ou de passagem, sem nos demorarmos para um passeio mais prolongado. A visita à cidade é agradável e muito enriquecedora! Apenas lamentamos as muitas (demasiadas) gruas que enchem a cidade, mas acreditamos que sejam temporárias.

 

Bons passeios!

 

Escapadinha pelo Porto - Parte 1

Escapadinha pelo Porto - Parte 2 

 

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Escapadinha pelo Porto - Parte 2

por Os bloggers, em 12.10.17

Já vos relatámos a primeira parte da nossa escapadinha pelo Porto, mas ficou ainda muito por contar.

Tal como prometido, aqui continuamos a desvendar o nosso passeio pela capital do Norte.

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- Sé do Porto e Claustros: a Sé do Porto é um edifício imponente, de estrutura romano-gótica, dos séc. XII e XIII, tendo sofrido grandes remodelações no período barroco. No interior conserva ainda o aspecto de uma igreja-fortaleza. Em anexo à Sé é possível visitar os seus bonitos Claustros. A visita à Sé é gratuita; a entrada nos Claustros fica por 3 euros - recomendamos a visita completa.

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- Estação de São Bento: entre comboios a partir e comboios a chegar, muitos são os turistas que não deixam de visitar e apreciar a beleza desta histórica e secular estação de comboios.

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- Mercado do Bolhão: trata-se de um mercado histórico, em estilo neoclássico, distribuído por dois andares. Quem é que nunca ouviu falar do Bolhão? A visita é obrigatória!

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- Avenida dos Aliados: um passeio pela Baixa do Porto tem obrigatoriamente de incluir uma visita aos Aliados, no coração da cidade.

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- A Ribeira: ir ao Porto e não visitar a Ribeira, será como ir a Roma e não ver o Papa; é na Ribeira, nas suas gentes e no empilhado das suas casas que reside a alma da cidade. As margens do Douro não seriam as mesmas sem a Ribeira!

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- Ponte D. Luiz I: é talvez a mais famosa ponte que liga o Porto a Gaia; é em estrutura metálica e tem dois tabuleiros - o superior para passagem do metro e o inferior para circulação automóvel (ambos permitem também a passagem pedonal). Foi projectada pelo Engenheiro Teófilo Seyrig, discípulo de Eiffel, e inaugurada em 1886. Aconselhamos o passeio pedonal pela ponte.

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- Miradouro do Mosteiro da Serra do Pilar: se tiverem oportunidade não deixem de apreciar as vistas do Miradouro do Mosteiro da Serra do Pilar, em Gaia, sobre o Douro, a Ponte D. Luiz I, a Ribeira do Porto e Gaia. Se conseguirem ir ao Pôr-do-Sol tanto melhor! As vistas são soberbas!

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Ainda ficam por desvender três locais que fomos explorar fora do coração da cidade. Querem saber mais? Continuem a espreitar aqui o estaminé.

 

Escapadinha pelo Porto - Parte 1 

Escapadinha pelo Porto - Parte 3

 

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Escapadinha pelo Porto - Parte 1

por Os bloggers, em 10.10.17

Já há algum tempo que queríamos fazer uma escapadinha pelo Porto. Já tínhamos estado diversas vezes no Porto, mas a maioria das vezes por compromissos profissionais ou de passagem e sem nunca ter tido oportunidade de visitar a cidade com a merecida atenção.

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Chegou a vez de fazermos a desejada escapadinha pela capital do Norte!

Estivemos no Porto 3 dias e 2 noites no início deste mês. Perfeito para visitar as principais atracções da cidade!

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Tivemos sorte com o tempo. O Sol de Outono com que Outubro nos brindou foi perfeito para passear, calcurreando a cidade.

Ficámos no hotel Moov Hotel Porto Centro, em pleno coração da baixa, com uma excelente localização e relação qualidade / preço.

A quantidade de turistas com que nos cruzámos vem testemunhar que o Porto está na moda, quer para o turismo nacional, quer internacional (não só Europeu, mas também Asiático). Com o sotaque do Norte mistura-se o som de várias línguas. É bom saber que Portugal é cada vez mais escolhido como destino de férias!

Durante a nossa escapadinha visitámos muitos dos pontos principais da cidade, que de seguida mencionamos.

 

- Cruzeiro das 6 pontes no Douro: há imensos barcos turísticos no Douro, durante todo e dia, a viagem custa cerca de 15 euros e dura 50 minutos. Soube muito bem navegar no Douro e admirar do rio as suas 6 pontes e as belas margens do Porto e de Gaia. Passeio bonito e relaxante!

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- Caves do Vinho do Porto: quem vai de visita ao porto tem de fazer uma visita obrigatória a uma das várias Caves do Vinho do Porto. As caves localizam-se na margem Sul do Rio Douro, em Gaia. Visitámos as Caves Calém. Gostámos de conhecer uma das Caves do Vinho do Porto e um pouco mais da história e do processamento deste vinho, que leva Portugal além fronteiras. As visitas são guiadas e processam-se em várias línguas, mediante horários previamente definidos. Os bilhetes genéricos ficam por 10 euros.

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- Igreja e Torre dos Clérigos: construída no século XVIII, pela Irmandade do Clérigo e projecto de Nicolau Nasoni, é hoje considerada um dos principais pontos de interesse da cidade. A arquitectura interior é harmoniosa e as vistas da Torre sobre a cidade fantásticas. Ficou a faltar um pouco mais de orientação para a visita, pois quando entrámos o circuito que deveria ser seguido não estava indicado e tanto nós como outros visitantes ficámos um pouco baralhados (no final da nossa visita já havia um circuito delineado para quem chegava...). Nos Clérigos comprámos bilhete conjunto para os Clérigos, Palácio da Bolsa e Museu da Misericórdia - o conjunto ficou a 12.5 euros por pessoa.

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- Palácio da Bolsa: gostámos imenso de visitar este local. Foi uma agradável surpresa conhecer este sítio pela magia colorida impressa na suas paredes e tectos, com destaque para o Salão Árabe. O edifício data do século XIX e pertence à Associação Comercial do Porto, mantendo-se ainda hoje em funcionamento, para actividades da própria Associação e eventos sociais, culturais e políticos. As visitas são exclusivamente guiadas e em várias línguas (mediante horário).

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- Museu da Misericórdia: apresenta vários pisos e salas que ilustram a história da Misericórdia do Porto e é possível entrar na Igreja da Misericórdia pelo interior do Museu, que é muito bonita.

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- Livraria Lello: é considerada uma das mais belas livrarias do mundo, parecendo saída de um conto de fadas e feiticeiros... A arquitectura interior é única e atrai turistas de todo o mundo. As filas para entrar vêem-se à distância! A entrada custa 4 euros, mas o valor é inteiramente descontado na compra de livros. É efectivamente um sítio muito bonito, mas com a enchente de turistas, parece-nos que acaba por perder um pouco da essência de livraria, tal é a confusão de turistas a disputar a escadaria para tirar a melhor foto do melhor ângulo!... Escolher livros torna-se uma tarefa díficil, no meio de tamanho rebuliço!

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Perto da Livraria Lello e dos Clérigos, não deixámos de espreitar a Igreja do Carmo e a Igreja dos Carmelitas.

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Há ainda muito por desvendar acerca do Porto... principalmente passeios ao ar livre, por sítios muito bonitos...

 

Escapadinha pelo Porto - Parte 2

Escapadinha pelo Porto - Parte 3

 

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Uma vista diferente do Algar de Benagil

por Os bloggers, em 10.07.17

O Algar de Benagil é um dos cartões de visita do Algarve. Trata-se de uma cavidade natural que se formou pela erosão da rocha pelo vento e pela água.

Estamos habituados a vê-lo por dentro, pelas bonitas fotos que proporciona com o contraste da água azul na areia branca e as suas aberturas no topo que deixam entrar a luz do sol, mas desta vez, nós trazemos o outro lado do Algar de Benagil, o topo!

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Na escapadinha que fizemos ao Algarve em Junho, não tínhamos previsto nenhum passeio, no entanto, acabámos por ir ao Carvoeiro visitar uns familiares e dada a proximidade à Praia de Benagil e do Algar, não podíamos desperdiçar esta oportunidade de visitar este ex-líbris do Algarve.

O interior do Algar de Benagil só é acessível por barco, kayak ou a nado e após uma pesquisa rápida, vimos que seria possível apanhar o barco logo ali ao lado, na Praia do Vale Centianes, como também não conhecíamos, lá fomos à descoberta.

A Praia do Vale Centianes é mais uma belíssima praia escondida entre escarpas bem altas, com um areal curto e maioritariamente frequentada pelos hóspedes dos hotéis em redor. Mal chegámos vimos que o mar estava um pouco agitado e os nossos receios confirmaram-se, não haviam viagens de barco por causa do estado do mar.

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Feita a visita à Praia do Vale Centianes, decidimos continuar caminho em direcção à Praia de Benagil, como estaríamos mais próximo do Algar, podíamos ter a sorte dos barcos estarem a fazer visitas. Quando chegámos à Praia de Benagil tivemos a mesma desilusão, não haviam viagens e não íamos conseguir visitar o interior do Algar. Depois de tanto trabalho, não podíamos simplesmente ir embora, decidimos que pelo menos tínhamos que descobrir o acesso ao topo do Algar e apesar de não se encontrar muita informação, o nosso amigo Google Maps rapidamente nos indicou o caminho.

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Desde o estacionamento da Praia de Benagil até ao buraco do Algar de Benagil são cerca de 600m. Logo no início da caminhada podemos apreciar a Praia de Benagil a partir de um miradouro e depois seguimos o trilho que nos leva sempre pela beira da escarpa até ao topo do Algar.

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Após alguns minutos de caminhada, surge um vedação, ao início não é facilmente perceptível que se trata do Algar de Benagil, mas quando nos aproximamos é possível espreitar até ao fundo e ver a pequena praia escondida.

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Com esta pequena aventura, ficámos a saber que este percurso que fizemos faz parte de um percurso de 5,7km que começa precisamente na Praia de Vale Centianes, passa aqui na Praia de Benagil e no Algar e termina na Praia da Marinha. Se forem amantes de caminhadas, podem consultar neste link mais informação sobre o percurso.

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Gostámos de conhecer este lado desconhecido do Algar de Benagil e toda a sua envolvente que também é muito bela.

E vocês, já conhecem o Algar?

Bons passeios!

 

Coordenadas: 37.087359, -8.423814 

 

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Roleta de Destinos

por Os bloggers, em 09.05.17

Provavelmente o título não será a melhor descrição para o site que encontrámos, mas passamos a explicar.

Enquanto andávamos a fazer algumas pesquisas de destinos para as férias, fomos ter ao site Travel Spin. É um site que se assume como um gerador aleatório de destinos. Apesar de apenas existir a versão inglesa, com um design apelativo aliado a uma interface intuitiva, é fácil navegar e cumpre com o que promete.

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Quando entramos no site salta-nos à vista um botão azul com a descrição em maíusculas "Inspire Me", basta clicar e começar a navegar nos destinos sugeridos. As fontes das sugestões apresentadas são os sites Wikitravel (informações gerais), 500px (fotografia), Rome2Rio, Google Maps e GeoPlugin. 

O primeiro destino que nos surgiu foi Bunaken, na Indonésia. Confessamos que não conhecíamos e ficámos apaixonados pelas fotos! 

Agora já não há desculpas para repetir os destinos!

Já conheciam este site ou recomendam algum parecido?

Bons passeios!

 

Link do site

Link do blog 

 

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publicado às 12:45

Marraquexe, o caos controlado! - Parte II

por Os bloggers, em 05.05.17

Nesta segunda parte da aventura marroquina, além dos pontos turísticos vou também sugerir alguns restaurantes onde se come muito bem e que durante a refeição podemos assistir a espectáculos de dança e música locais.

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- La Menara

Também chamados de Jardins da Menara, são os jardins mais conhecidos de Marraquexe. O nome Menara vem do pavilhão com telhado verde que existe junto ao enorme tanque que armazena a água para regar o jardim, o olival e os pomares que ali existem. Este pavilhão foi construído no século XVI pela dinastia saadiana e renovado em 1869 pelo sultão Abd-el-Rhaman, que ali costumava ficar no verão. Segundo a lenda, o pavilhão servia também para encontros amorosos do sultão com as suas amantes, quando se fartava delas, atirava-as ao lago e elas transformavam-se em carpas.

A água do lago vem da Cordilheira do Atlas através de condutas. Na altura da visita o lago estava vazio para limpeza o que tirou grande parte da beleza ao local.

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- Túmulos Saadianos

Este complexo tumular data do tempo do grande sultão Ahmad al-Mansur Saadi (1578-1603) mas só foi descoberto em 1917. O mausoléu compreende os cadáveres de cerca de 60 membros da Dinastia Saadi distribuídos por 3 salas, sendo que a mais famosa é a sala das 12 colunas. Os túmulos são feitos de mármore italiano de Carrara. No exterior estão os túmulos dos guardas e um pequeno jardim.

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- As portas da Medina

São cerca de 20 portas que rompem as muralhas da Medina. A mais conhecida e mais bonita é a porta Bab Agnaou. Esta porta foi o segundo edifício em pedra da cidade (o primeiro foi o minarete da Koutoubia) e dava acesso ao palácio real e zona envolvente.

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- Palácio Bahia

É uma das obras arquitetónicas mais importantes de Marrakech, demorou cerca de 10 anos a construir, estende-se por 8 hectares e tem 150 quartos unidos por jardins e terraços. Todos os quartos têm belíssimos tectos trabalhados. Hoje em dia são apenas salas vazias onde se podem apreciar os azulejos coloridos e os tectos. 

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No que respeita à gastronomia, vou enumerar os restaurantes onde comi e que recomendo a visita, tanto pela experiência como pela comida que era deliciosa.

Uma coisa que eu não sabia sobre Marrocos, eles têm a melhor melancia do Mundo! Nunca tinha comido melancia tão boa em lado nenhum!!

 

- Restaurante Palais Chahramane

No restaurante somos recebidos por um grupo de músicas marroquinas, algo muito diferente do que estamos habituados por cá. Já na sala, havia mais um músico que tocou durante a refeição. Quando à comida, não consigo dizer muito bem o que comi, mas tenho a certeza que comi cuscuz, frango, borrego e legumes, tudo muito bem condimentado e elaborado nas tajines.

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- Restaurante Palais Arabe

Este restaurante tem uma pequena fonte aromatizada com pétalas de rosa e a refeição também é acompanhada por músicas e danças. Vale a pena por toda a experiência, pela decoração e pela comida igualmente deliciosa.

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- Restaurante Chez Ali

Fica fora da cidade mas vale mesmo a pena a visita. Além de restaurante é toda uma experiência completamente diferente!

Somos recebidos com cenários das mil e uma noites, no caminho para as tendas onde é servida a refeição passamos por vários grupos etnográficos que representam os vários tipos de música, danças e cantares de Marrocos, durante a refeição cada um desses grupos faz uma apresentação individual e no final existe um espectáculo com com música berbere, cavaleiros, tapete mágico e danças árabes.

E o mais importante, a comida também é deliciosa.

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Como era um país com costumes muito diferentes dos nossos e estávamos em pleno Ramadão, estava um pouco receoso, principalmente porque queria fotografar e nas pesquisas que fiz haviam muitos relatos de "problemas", com pessoas que não queriam ser fotografadas ou não deixavam fotografar as suas bancas. Confrontei-me com essa limitação mas com alguns trocos tudo se resolvia. Apesar de toda a confusão que existe no Souk, nunca me senti inseguro ou em situação de risco, eventualmente na praça Jemaa El Fna é que podem haver alguns carteiristas.

Foi sem dúvida uma experiência diferente de todas as que tinha tido em viagem mas fiquei com muita vontade de voltar, não só a Marraquexe mas conhecer o resto do país e o deserto. Deixo mais algumas fotos das ruas e uma foto aérea só para terem noção que Marrocos não é só deserto.

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Marraquexe, o caos controlado! - Parte I

por Os bloggers, em 04.05.17

Foi nos feriados de Junho de 2016 que tive a oportunidade de fazer uma escapadinha de 2 dias à misteriosa e labiríntica cidade de Marraquexe em Marrocos. Desta vez a XX não pôde ir, por isso, além das fotos também tive de tomar notas sobre todos os locais que visitei, tarefa algo complicada numa cidade com um ritmo alucinante!  

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Marrakech (Marraquexe) situa-se no sopé Norte da Cordilheira do Alto Atlas, sendo possível vislumbrá-lo ao longe. A moeda local é o Dirham marroquino mas o Euro também é aceite em alguns locais. Os hoteis costumam trocar Euro por Dirham à taxa de câmbio corrente mas também existem caixas ATM para levantar. Em média 1€ equivale a 10 Dirham.

 

É conhecida principalmente pela Mesquisa Koutoubia, pela Praça Jemaa El Fna repleta de vida com os encantadores de serpentes, faquires, engolidores de espadas, curandeiros, músicos, dançarinos, contadores de histórias e pelo seu enorme Mercado (Souk) composto por 18 "mini-mercados" (Souks) especializados e ligados por ruas labirínticas. Nas ruas estreitas dos Souks circulam bicicletas, motas e pessoas com carros de mão por isso temos que estar sempre atentos para não sermos atropelados, já nas ruas e avenidas, atravessar na passadeira é uma verdadeira aventura, ninguém respeita a passadeira e temos mesmo que nos "atirar" para a frente dos carros para que parem!

No meio desta confusão, toda a gente se entende e como os locais dizem, Marraquexe é um caos controlado!

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A TAP tem um vôo diário directo de Lisboa para Marraquexe, marcando com antecedência conseguem-se bons preços. O hotel escolhido foi o Hotel Atlas Asni, fica muito próximo do centro, cerca de 10 minutos a pé num trajecto seguro e com alguns pontos de paragem obrigatória.

 

Em 2 dias não é possível visitar tudo mas é possível visitar os principais pontos turísticos e sentir o ritmo frenético da cidade, o suficiente para nos fazer querer repetir a experiência. Os pontos turísticos estão descritos pela ordem que os visitei.

 

- Parque Lalla Hasna

Foi dos primeiros pontos de visita porque fica no trajecto entre o hotel e praça Jemaa El Fna. É um enorme jardim com fontes e muitas palmeiras, um verdadeiro oásis para fugir do calor abrasador da cidade e sempre com a Mesquita Koutoubia como pano de fundo. Aqui pude também encontrar os aguadeiros com as suas vestes coloridas.

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- Mesquita Koutoubia

É sem dúvida a imagem de marca de Marraquexe, sendo o monumento mais conhecido da cidade e provavelmente o mais fotografado. Com 69 metros de altura é o edifício mais alto de Marraquexe e é proibido construir qualquer edifício mais alto. Foi construída no Séc. XII e serviu de modelo para a torre La Giralda de Sevilha e para a Torre Hasan em Rabat. 

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- Mercado de Marraquexe

Como já foi referido em cima, o Souk divide-se em 18 "mini-souks", cada um com a sua actividade. O Souk é um autêntico labirinto de ruas estreitas e muito semelhantes, no caso de se perder, basta pedir a alguém para nos ajudar a sair. A parte mais gira destes mercados é sem dúvida comprar tapetes, em algumas lojas quando damos conta já estamos sentados a beber um chá de menta e a regatear o preço de um monte de tapetes espalhado no chão. Neste caso convém já vir com alguns Dirham no bolso para ir distribuindo, seja para tirar fotos ou mesmo para o caso de pedir ajuda para sair dali.

Existem também as chamadas Pharmácias onde nos fazem uma apresentação de vários produtos, desde cosméticos, especiarias, "medicamentos" ancestrais como o viagra berbere, chás, etc. No final podemos comprar os produtos quase em jeito de leilão e ainda usufruir de uma massagem.

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- Café des Épices

Um café de paragem obrigatória para um café, um chá ou uma refeição ligeira, situa-se numa praça que durante o dia se enche de cor com o colorido das especiarias e com as artesãs dos barretes de lã.

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Praça Jemaa El Fna

Já na Praça Jemaa El Fna, foi possível ver os macacos que estavam sempre prontos para nos saltarem para cima da cabeça para uma foto,  sentir os cheiros que pairam no ar e ouvir os ritmos dos encantadores de serpentes. Mais uma vez convém ter alguns trocos no bolso porque as fotos são sempre a troco de dinheiro e também é preciso algum cuidado com os macacos porque podem sacar uma ou outra carteira. Para terminar este primeiro dia nada melhor do que desfrutar do pôr do sol ao sabor de um quente mas refrescante chá de menta na esplanada do Café de France. O Jantar foi nas "tasquinhas" que aparecem na praça com o cair da noite, uma verdadeira aventura gastronómica!

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E termina aqui esta primeira parte da aventura marroquina. A segunda parte também já está disponível e já pode ser lida aqui.

Bons passeios!

 

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Um pulinho até à Lousã...

por Os bloggers, em 27.04.17

Foi literalmente um pulinho o nosso passeio na Lousã...

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No fim de semana grande da Páscoa estivemos na região centro a visitar a família e numa das tardes solarengas decidimos ir até à Lousã.

Basicamente estivemos a reconhecer genericamente o terreno, ficámos encantados e brevemente teremos de voltar para explorar devidamente o local.

 

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Já tínhamos estado noutras ocasiões na Lousã e inclusivé já tínhamos almoçado no Talasnal, uma das fantáticas Aldeias de Xisto, mas já foi há quase dez anos e a memória anseia por ser actualizada.

Neste breve passeio fomos directos até à zona do Castelo da Lousã e das Piscinas Naturais. Não sendo Verão, as comportas estavam abertas e as piscinas vazias, mesmo assim o local não perde a sua beleza natural. Ficou o desejo de em época alta dar um mergulho naquele local onde se respira a natureza no mais puro estado.

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Dali seguimos até duas Aldeias de Xisto - Candal e Talasnal. São sítios magníficos, de uma rara beleza, paz e tranquilidade. A passagem por aqueles locais serviu para descontrair e ouvir os sons da natureza, mas vamos ter de voltar com o tempo menos contado, para desfrutar ao máximo daqueles locais.

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E vocês, conhecem a Lousã e/ou as Aldeias de Xisto?

Há mais fotos deste passeio no Instagram.

Bons passeios!

 

PS.: Já votaram hoje no momondo Open World Awards? Lembrem-se que podem votar uma vez por dia até dia 30 de Abril e para votar basta clicar aqui. Obrigado!

 

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