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O Melhor Blog do Mundo

Porque as coisas boas da vida têm mais sabor quando são partilhadas...

O relaxante Alentejo Marmòris Hotel & Spa

25.05.18 | Os bloggers

Durante a nossa mais recente road-trip pelo Alentejo passámos um dia em Vila Viçosa e fomos conhecer o Alentejo Marmòris Hotel & Spa.

Este paraíso de 5 estrelas, membro da Small Luxury Hotels of the World, foi idealizado para celebrar a qualidade do mármore Português, assumindo-se como um hotel-museu dedicado a esta rocha ornamental.

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O hotel é todo ele decorado com diferentes pedras mármore, dando por vezes a sensação de se estar numa luxuosa pedreira, embora o espaço tenha verdadeiramente nascido num antigo lagar de azeite.

Os quartos são espaçosos, confortáveis, com um design moderno e contemporâneo. O mármore assume grande destaque na decoração das casas de banho, tornando-as únicas. Do nosso quarto tínhamos acesso a um espaçoso páteo que estava equipado com mesa e cadeiras. 

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O circuito de spa, Stone Spa, é uma delícia. Começámos por experimentar a piscina aquecida, que se estende do interior para o exterior, com uma cobertura amovível para os dias quentes. Da piscina "saltámos" para os tanques de hidromassagem; tanques enormes, com vários espaços para desfrutar. Daqui seguimos para o Hammam, antes de voltarmos a repetir todo o circuito. Só foi mesmo pena não existir sauna. Mas foi uma experiência muito boa e relaxante!

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O pequeno almoço é saboroso e variado, com produtos de qualidade. Contudo falhou o sumo de laranja, que era artificial e demasiado doce. Um aspecto infelizmente transversal a muitos outros hotéis, mas num hotel de 5 estrelas é expectável que o sumo de laranja seja mesmo natural.

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Não chegámos a experimentar o jantar do hotel. No Alentejo não faltam cozinhas interessantes para visitar e foi díficil escolher... ficará para uma próxima visita.

Os funcionários do hotel são simpáticos e prestáveis, embora não tivessemos conseguido obter informações acerca das visitas a pedreiras / Museu do Mármore, contrariamente a outras opiniões que surgem na web. Tivemos menos sorte neste ponto.

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Em suma, é um hotel simpático, relaxante e diferente para visitar.

O preço médio é a partir de 165 euros.

Boa estadia!

 

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Do Alentejo até Cáceres: o circuito perfeito

24.05.18 | Os bloggers

Entre os últimos feriados decidimos fazer uma road-trip pelo Alentejo, com um pulinho até Cáceres, na vizinha Espanha.

Fomos à descoberta e descobrimos recantos deliciosos.

A primeira paragem foi em Estremoz.

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Nesta bonita cidade alentejana parámos para almoçar e calcurrear o centro histórico, entre as muralhas do Castelo. No Castelo, construído por D. Dinis para a Rainha Santa Isabel no séc. XIII, nasceu a Pousada de Estremoz. Mesmo sem se estar hospedado na Pousada é possível entrar no restaurante / bar e visitar gratuitamente a Torre de Menagem. As vistas para a cidade, planície alentejana e explorações do famoso mármore de Estremoz são imperdíveis.

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De Estremoz seguimos até Vila Viçosa, onde pernoitámos no fantástico Alentejo Marmòris Hotel & Spa de Vila Viçosa. Fica prometido um relato da nossa experiência no hotel e da visita a esta simpática vila alentejana que um dia cativou a realeza e inspirou Florbela Espanca. Em Vila Viçosa visitámos o Paço Ducal, o Museu do Mármore, o Castelo e respirámos a pacatez alentejana entre as suas ruas e ruelas.

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Daqui seguimos para Cáceres, em Espanha, com uma paragem estratégica em Elvas, para fotografar o Aqueduto da Amoreira, que é considerado o maior aqueduto da Península Ibérica.

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Já foi quase à hora de jantar que chegámos a Cáceres, onde pernoitámos a segunda noite. Ainda estava uma réstea de claridade e fomos apreciar o anoitecer no centro histórico de Cáceres.

O centro histórico da cidade foi incluído na lista do Património da Humanidade pela UNESCO em 1986, sob o nome de "Cidade Antiga de Cáceres". De facto entrar no centro histórico desta cidade é como fazer uma viagem no tempo, com vivências históricas e personagens contemporâneas. Descobrimos facilmente os principais locais, que no dia seguinte fomos explorar - Arco de La Estrella, Concatedral de Santa Maria, Palácio dos Golfines de Abajo, Torre de Bujaco, Museu de Cáceres, Museu Árabe, entre outros. É fácil visitar todos estes locais num dia e as entradas têm um custo praticamente simbólico. Fica também prometido para breve o relato de um dia em Cáceres.

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Voltámos até terras lusitanas, continuámos pelo Alentejo, mas desta vez na zona de Castelo de Vide e de Marvão. Os próximos destinos a explorar. A noite foi passada na Casa da Paleta, um turismo rural com um ano de existência e que se revelou uma bela surpresa. Depois de uma noite chuvosa fomos brindados com um magnífico pequeno almoço, que nos deu energia para o resto do dia.

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A primeira paragem foi no Santuário de Nossa Senhora da Penha (século XVI), de onde se desfruta de uma bonita vista sobre Castelo de Vide. Seguimos para o centro de Castelo de Vide, o objectivo era percorrer o histório Bairro dos Judeu ou Judiaria e subir ao Castelo, mas a chuva boicitou os nossos planos.

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Seguimos para Marvão. Felizmente o São Pedro decidiu colaborar, travou a chuva e enviou uns raios de Sol, o que nos permitiu visitar Marvão. Marvão situa-se no topo da Serra do Sapoio, a uma altitude de 860 metros. Do alto do seu castelo aprecia-se o casario branco escondido entre as muralhas e uma imensidão de montes e vales, um cenário de cortar a respiração. José Saramago um dia disse "De Marvão vê-se a terra toda" e é bem verdade!

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Descemos Marvão e recuperámos energias na Portagem, é uma pitoresca povoação rural banhada pelo rio Sever, onde se come muito bem!

Seguimos para Alpalhão, onde tinhamos encontro marcado com o SPA do Hotel Monte Filipe, onde passámos a última noite desta escapadinha. Nada melhor que um SPA para repôr energias.

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No dia seguinte, e antes do regresso a Lisboa, parámos em dois pontos estratégicos - Belver e o Castelo de Almorol.

Belver é uma simpática freguesia nas margens do Tejo, coroada por um bonito castelo. Não foi possível visitar o castelo, porque nesse dia específico estava fechado. Nas margens do rio existem uns passadiços, que estão actualmente desactivados devido aos últimos incêndios. Ficou o desejo de voltar com calor para desfrutar da Praia Fluvial do Alamal e dos Passadiços do Alamal, que oxalá sejam recuperados.

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O próximo destino foi o Castelo de Almourol. Este imponente castelo militar, remonta ao século XII, à Ordem dos Templários e foi construído num afloramento de granito, a 18 metros acima do nível das águas, numa pequena ilha no Tejo, um pouco abaixo da sua confluência com Zêzere. Faz as delícias de quem o visita ao longo dos vários séculos de história!

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Chegou a hora de voltar a casa, contentes com mais umas voltinhas e culturalmente mais ricos!

E vocês, conhecem estas paragens?

Bons passeios!

 

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A Expo 98 faz 20 anos!

22.05.18 | Os bloggers

A Expo 98 foi inaugurada há precisamente 20 anos!!!

Uma verdadeira eternidade e parece que ainda foi ontem!!!

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Na altura andávamos no secundário e tanto um como outro fomos à Expo 98 quer com os colegas de escola, quer com a família (em separado, ainda não nos conhecíamos!). Adorámos! Adorámos o Pavilhão da Utopia, o Pavilhão de Portugal... o de Macau, o do Sri Lanka, o da Swatch com a simulação das 4 estações... Os espectáculos de rua, os vulcões (que ainda hoje "explodem"), os passaportes para carimbar, o Gil... Gostámos imenso de tudo!!! 

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Com a Expo 98 Portugal mostrou-se ao mundo! E muito bem!

Hoje em dia é óptimo constatar que da Expo 98 nasceu uma pequena cidade dentro da cidade, o Parque das Nações, uma zona muito bonita de Lisboa. Portugal e Lisboa souberam transformar na perfeição aquilo que foi o recinto da Expo 98, para um local onde hoje gira grande parte da vida da capital.

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Ficámos particularmente a dar valor a este facto, quando visitámos Sevilha e constatámos que o local da Expo 92 de Sevilha é praticamente um parque fantasma.

E que tal um passeio no Parque das Nações para matar saudades? :)

Durante o próximos dias vão existir várias iniciativas no Parque das Nações para festejar os 20 anos do evento!

Divirtam-se!

 

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Falta 1 mês para o Verão!!!

21.05.18 | Os bloggers

Falta 1 mês para chegar o Verão! Já não é sem tempo!

Este 2018 tem sido muito frio, precisamos de calor para aquecer o corpo e a alma!

 

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Hoje o dia foi de Sol, mas não aqueceu muito... Está díficil!

Queremos Sol, calor... praia, esplanadas, dias longos...

O Verão é tão bom!

Estamos em contagem decrescente!!!

 

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A Cascata do Rio dos Mouros

07.05.18 | Os bloggers

Em pleno centro de Portugal, em Condeixa, junto às Ruínas de Conímbriga, existe uma bonita cascata - A Cascata do Rio dos Mouros.

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Ouvimos recentemente falar da sua existência e não resistimos em ir explorar.

Deixámos o carro junto às Ruínas de Conímbriga. Atrás das mesmas existem dois caminhos que levam à Cascata, a distância é sensivelmente a mesma, sendo possível ir por um caminho e regressar pelo outro, completando um círculo de cerca de 3000 metros. Não completámos o círculo, devido à lama e o terreno irregular que o tornavam muito escorregadio; fomos e regressámos pelo caminho mais a Este, que nos pareceu menos sinuoso.

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O som da água e alguns grupos de pessoas guiaram o nosso percurso.

Primeiro acompanhámos parte do percurso da água que corre alegremente entre as margens, contornando pedras e a vegetação. Depois atravessámos o riacho através de uma renovada ponte de madeira, subimos e apreciámos lateralmente a bonita Cascata do Rio dos Mouros, que apresentava um simpático caudal.

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Foi neste ponto que decidimos não prosseguir o caminho, que nos permitiria ficar de frente para a Cascata, devido ao terreno bastante escorregadio, fruto das últimas chuvas e da grande quantidade de água que o rio levava. Voltaremos! De qualquer forma ficámos muito contentes com a descoberta, caminhada na natureza e por poder apreciar a beleza do local.

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Ah! Relativamente perto deste sítio ficam as Buracas do Casmilo, que já tinhamos descoberto noutra ocasião. Recordados?

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Se forem explorar estes locais, bons passeios!

 

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O Fantástico Mural de Vhils no Barreiro

03.05.18 | Os bloggers

O artista Alexandre Farto, mais conhecido por Vhils, é dos mais reconhecidos criadores de arte urbana a nível internacional. Nasceu em Lisboa em 1987, cresceu no Seixal, estudou em Londres e voltou recentemente às origens para nos impressionar.

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Alexandre Farto Aka Vhils considera que o graffiti lhe deu a base para decidir o seu futuro profissional. Foi em Londres que conseguiu que a sua street art de retratos anónimos lhe dessem reconhecimento mundial. Das paredes passou para os posters publicitários, mas havia de ser novamente através das paredes, desta vez a esculpi-las, que conquistaria o mundo.

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Foi no passado dia 25 de Março que foi inaugurado no Barreiro o maior mural artistico de Vhils, num espaço que vai ligar o Parque Empresarial da Baía do Tejo ao centro da localidade e que nasceu no contexto de um projecto de requalificação da antiga zona industrial.

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A obra designada "Sobe e Desce" está no Bairro de Santa Bárbara e estende-se num mural com mais de 150 metros, visando interpretar e imortalizar a vida industrial e fabril que historicamente marca aquele local.

A obra é meticulosamente impressionante! Ficámos fascinados!

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Caso ainda não conheçam, aqui fica a sugestão para um passeio de fim de semana.

Imperdível!

 

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Antiga Estação Ferroviária do Barreiro

02.05.18 | Os bloggers

Quem nos conhece sabe que adoramos explorar locais abandonados ou semi-abandonados, com poucos anos ou muitos séculos, que permitem disparar bons clicks e ficar a conhecer a nostálgica história que os levou ao abandono. São visitas diferentes, mas culturalmente interessantes, de locais que apesar de abandonados têm uma encanto especial!

Os nossos "abandonados" preferidos são: Panorâmico de MonsantoMonte Palace dos Açores e o Mosteiro de Santa Maria das Júnias

Mas há muitos destes sítios por descobrir...

Quando fomos visitar os Moinhos de Alburrica demos um pulinho à Antiga Estação Ferroviária do Barreiro, também conhecida como Estação do Caminho de Ferro Sul e Sueste ou Barreiro-Mar, um local semi-abandonado.

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Esta estação funcionou entre 1884 e 2008, servindo de interface entre os vários serviços ferroviários a Sul do Tejo com os transportes fluviais para Lisboa.

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Foi a segunda estação ferroviária do Barreiro, em substituição de uma outra inaugurada em 1861, que se situava demasiado longe do Cais do Mexilhoeiro, onde os barcos atracavam, dificultando o transporte de pessoas e de cargas.

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Mas a 14 de Dezembro de 2008, esta gare ferroviária foi também encerrada, coincidindo com a inauguração da Nova Estação do Barreiro, capaz de suprir de forma mais eficaz as necessidades da população. Estas duas estações estão encostadas, de tal forma que o edíficio principal da antiga estação funciona ainda como zona de arrecadação e armazenamento para os funcionários do local.

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Na antiga estação apreciámos a sua fachada exterior, com apontamentos arquitectónicos que denunciam a sua antiguidade. Fizemos alguns clicks.

Bons passeios!

 

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